Um Dia de Cão

O filme narra o roubo de um banco em Nova York durante uma tarde de verão em 1975. Sonny e Sal invadem um banco do Brooklyn no que era para ser um assalto fino, mas acaba se tornando um desastre completo: para começar, nem dinheiro no banco tem. A situação aperta e os assaltantes tomam algumas pessoas de reféns, enquanto uma multidão se forma do lado de fora: policiais, fãns de Sonny, veículos da mídia… Ocorrem algumas negociações entre Sonny, Sal e a polícia, prosseguidas do desfecho.

Betty Blue

Betty é uma moça emocionalmente complicada e agressiva que se envolve com Zorg, um construtor com constantes devaneios de escritor. Os dois se apresentam em uma variedade de encontros sexuais, conforme Betty fica mais e mais ciente de sua mente deturapda. Seu amor por Zorg toma proporções devastadoras e o filme é concluído com uma colher de vinagre.

Cartas de Iwo Jima

Em 1945, a Segunda Guerra Mundial já estava em seus últimos estágio quando as forças americanas planejaram derrubar os japoneses em uma pequena ilha chamada de Iwo Jima. Apesar de resumir-se a pedras e vulcões, os líderes japoneses viam esta ilha como o território que proporcionaria a última possibilidade de prevenção contra a invasão dos Aliados. O filme narra a história do exército comandado por Tadamichi Kuribayashi – seus soldados, isentos de perspectivas de vitória e pouco crédulos diante do cenário da sobrevivência, trocam cartas com seus amados.

O Cão dos Baskerville

Ao ficar sabendo da história da maldição de Baskerville através de Dr. Mortimer, Sherlock Holmes (Basil Rathbone) toma para si próprio a responsbilidade de proteger Henry Baskerville, o único herdeiro da família, da sina que já caíra sobre todo o resto de sua família: ser comido pelo cão de Grimpen Moor. Por não consegur chegar à mansão a tempo, Holmes pede que Dr. Watson inspecione o local e as atividades dentro e em torno da propriedade – eventualmente descobrimos que Holmes também está presente na mansão, durante todo o filme, desfarçado e monitorando cautelosamente todas as interpelações entre os personagens.

 

Primavera para Hitler

O filme se trata de uma sátira exagerada à Hollywood e à Broadway, no que diz respeito à seus negócios.

 

Max Bialystock (Zero Mostel) é um ex-produtor musicla da Broadway que vive frustrado por ter visto sua carreira murchar dante dos seus olhos. Tão frustrado que ganha seu vintém tranzando com velhas senhoras, suas clientes. Eventualmente, seu analista, Leo Bloom (Gene Wilder), um homem extremamente honesto e leal, sugere que seu chefe tente produzir um Hit musical para colocá-lo de volta nos trilhos da fama. Mais exatamente, sugere que seu chefe produza uma peça que fosse um furo, pouco efetiva, uma vez que o cash investido poderia legalmente retornar às suas mão. No blog falamos da violência concreta, como ela é, mas aqui tomo a liberdade de encarar essa comédia incrível como dotada de uma violência muito áspera. Vejam, é genial!

Era Uma Vez no Oeste

Nesse Western épico de Sergio Leone embarcamos em uma história de vingança que traz vida ao passado do Oeste Americano, carregada de um impacto visual ímpar: paisagens amplas e as figuras inseridas nelas. Para apossar-se de uma propriedade de terra aos trilhos em Sweetwater, Morton, um barão, contrata um grupo de capangas liderado por Frank (Henry Fonda) para saquear Brett McBain, o proprietário, e sua família. Mas antes que ele possa colocar suas mãos nas terras, Jill, a nova esposa de McBain, acaba herdando aqueles lotes como herança. Daí em diante se tecem tramas, alianças e traições. Sem mais! Vejam!

Band of Brothers (2001)

Seguindo a onda do último post, fica a sugestão de uma excelente série de guerra: Band of Brothers (2001).

Band of Brothers é uma minissérie de televisão que conta a história da Easy Company, integrante da 101ª Divisão Aerotransportada do Exército dos Estados Unidos, na Segunda Guerra Mundial. Co-produzida por Tom Hanks e Steven Spielberg, foi lançada pela HBO em 2001 e continua sendo exibida em diferentes canais de televisão ao redor do mundo. A minissérie destaca-se, dentre vários motivos, pelos esforços em sua ambientação e veracidade.

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“O Resgate do Soldado Ryan”(1998) – Saving Private Ryan

Embora se trate de um filme com estrutura clássica, temos em “O Resgate do Soldado Ryan”(1998) – Saving Private Ryan, um retrato próximo do que deve ser participar de uma guerra.

A violência é presente em todo o filme, pois quase todos do esquadrão que estão em busca do soldado Ryan morrem. Neste filme, o típico patriotismo norte-americano mostra-se presente. Entretanto, o massacre dos soldados (de ambos os lados) fazem o espectador questionar o quão necessários realmente são os esforços de guerra.

Segue a sequência do embarque na praia de Omaha, que é impressionante.

Ata-me!

O filme conta a história de Marina, uma diva do cinema de segunda categoria que tenta re-estabelecer seu sucesso após ter passado anos de sua vida estrelando em filmes pornôs e abusando das drogas. Sua vida se cruza com a de Ricky, um interno de um hospício que, no passado, durante uma fuga do instituto, tranzara com ela numa boate. Anos após o acontecido, o homem não se esquece dela. Fissurado e determinado a conquistar seu coração, Ricky a sequestra e a mantém refém em seu próprio apartamento, tentando convencê-la a amá-lo, e enfatizando que juntos formariam uma família feliz e honrável. O resgate se concretiza de uma forma completamente inesperada.

CLOSER (2004)

“FINALMENTE UMA HISTÓRIA DE AMOR MADURA” (TIME)

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Dirigido por Mike Nichols. O roteiro é bom pra caralho, os diálogos são rápidos e tocam nas feridas certas.

Os relacionamentos de dois casais se tornam dolorosos e enganosos quando o homem de um casal conhece a mulher do outro.

The relationships of two couples become complicated and deceitful when the man from one couple meets the woman of the other.

Segue uma das melhores cenas:

TAXI DRIVER (1976)

Taxi Driver é uma obra prima do Scorsese. O filme acompanha o ciclo de deterioriação mental de um taxista com insônia que trabalha a noite em meio à violência urbana, gosta de ir nas sessões de cinema pornô da madrugada e tem um caráter que mescla indignação, estagnação e pureza.

A câmera acompanha lindamente o interior do personagem.

Um clássico. E a trilha sonora é muito boa!

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INIMIGO PÚBLICO N 1

Filme americano do gênero gangster. Rompimento com o concervadorismo cinematográfico dos anos 20. O projeto liberal dos anos 20 se mostra falível com a queda da bolsa em 29 e o cinema cria o personagem do Gangster, o inimigo número um, apostando no anti-heroismo.

A direção é de Willian A. Wellman.

O personagem principal é um gangster típico: xinga a mãe, espreme uma laranja na cara da namorada (o que foi uma improvisação do ator incorporada no filme), e morre no final.

OS IDIOTAS (1998)

O filme é violento enquanto crítica social. Um grupo de jovens decide viver como “idiotas”, retardados mentais, com o objetivo de anarquizar os lugares públicos por onde passam e de se livrar das inibições impostas pela sociedade.

Os jovens, membros do grupo anti-burguês, se referem à esse comportamento como “paranoia” (spaz, em dinamarquês), uma tentativa de fugir do tratamento dado pela sociedade em geral.

O filme é assinado por Lars Von Trier e segue os princípios do “Dogma 95”, e é a segunda parte da trilogia de Trier Golden Heart, que inclui Ondas do Destino (1996) e  “Dançando no Escuro” (2000).

O Dogma 95  é um conjunto de regras de restrição criado para a filmagem cinematográfica, feito por Lars Von Trier e Thomas Vinterberg.

O filme é forte, mexeu comigo quando vi.

Segue o trailer com legendas em espanhol:

Bring Me the Head of Alfredo Garcia (1974)

Dirigido por Peckinpah. Filme mexico-unidense feito após o gênero Gangster. Simboliza uma total dissolução de qualquer código moral: retrata caçadores de recompensas alucinados em busca da cabeça de Alfredo Garcia. A estética do filme louva o gozo pela violência. A violência se torna fetiche.

O filme foi realizado no México com baixo orçamento e na época foi apedrejado pela crítica, além de ser um fracasso de bilheteria.

Hoje em dia é considerado importante para a história do cinema.

Segue o link do filme:

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Deus da Carnificina (2012)

O último do Polanski. Uma locação e dois casais de atores espetaculares (Jodie Foster, Kate Winslet, Christoph Waltz, John C. Reilly). Adaptação da peça “God of Carnage” de Yasmina Reza; o roteiro é sensacional: dois casais se encontram para conversar porque o filho de um casal bateu com uma vareta na boca do filho do outro, que teve que tomar pontos na gengiva.

Os adultos se mostram muito mais primitivos do que os meninos, a diferença é que a violência não é explícita, mas introjetada nos diálogos e comentários que ficam cada vez mais afiados ao longo do filme.

Vale a pena só pelo texto, a atuação torna o filme impecável.

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